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«– Não temais! Sou o Anjo da Paz. Orai comigo.
E ajoelhando em terra, curvou a fronte até ao chão. Levados por um movimento sobrena-tural, imitámo-lo e repetimos as palavras que lhe ouvimos pronunciar:
–Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não crê-em, não adoram, não esperam, e não vos amam.
Depois de repetir isto três vezes, ergueu-se e disse:
–Orai assim. Os corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas».
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«– Que fazeis? Orai! Orai muito! Os Corações de Jesus e Maria têm sobre vós desíg-nios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios.
– Como nos havemos de sacrificar? – perguntei.
– De tudo que puderdes, oferecei um sacrifício em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre a vos-sa Pátria a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo aceitai e suportai com submissão o sofrimento que o Senhor vos enviar.»
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«[...] trazendo na mão um cálice e sobre ele uma Hóstia, da qual caíam, dentro do cálice, algumas gotas de sangue. Deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar, prostrou-se em terra e repetiu três vezes a oração:
– Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores.
Depois, levantando-se, tomou de novo na mão o cálice e a Hóstia e deu-me a Hóstia a mim e o que continha o cálice deu-o a beber à Jacinta e ao Francisco, dizendo ao mesmo tempo:
– Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.
De novo se prostrou em terra e repetiu connosco mais três vezes a mesma oração.
– Santíssima Trindade... etc.»
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«– Não tenhais medo! Eu não vos faço mal!
– De onde é Vossemecê? – lhe perguntei.
– Sou do Céu.
– E que é que Vossemecê me quer?
– Vim para vos pedir que venhais aqui, seis meses seguidos, no dia 13 a esta mesma hora. Depois direi quem sou e o que quero. Depois voltarei ainda aqui uma sétima vez.
[– Vossemecê sabe-me dizer se a guerra ainda dura muito tempo ou se acaba breve?
– Não te posso dizer ainda enquanto não te disser também o que quero.]
– E eu também vou para o Céu?
– Sim, vais.
– E a Jacinta?
– Também.
– E o Francisco?
– Também, mas tem que rezar muitos Terços.
[...]
– E a Maria das Neves já está no Céu?
– Sim, está.
– E a Amélia?
– Estará no purgatório até ao fim do mundo.
[...]
– Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?
– Sim, queremos!
– Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto.
Foi ao pronunciar estas últimas palavras (a graça de Deus, etc.) que abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que penetrando-nos no peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente que nos vemos no melhor dos espelhos. Então por um impulso íntimo também comunicado, caímos de joelhos e repetíamos intimamente:
– Ó Santíssima Trindade, eu vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.
Passados os primeiros momentos, Nossa Senhora acrescentou:
– Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.»
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«– Vossemecê que me quer?
– Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem, que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.
– Queria pedir-lhe para nos dizer Quem é, para fazer um milagre com que todos acreditem que Vossemecê nos aparece.
– Continuem a vir aqui todos os meses. Em Outubro direi quem sou, o que quero, e farei um milagre que todos hão-de ver, para acreditar.
[– Tenho aqui um pedido se Vossemecê converte uma mulher do Pedrógão e uma da Fátima e se melhora um menino da Moita.
Ela disse que os convertia e melhorava entre um ano.]
– Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes e em especial quando fizerdes alguns sacrifícios: "Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria".
Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados.
O reflexo pareceu penetrar a terra e vimos como que um grande mar de fogo. Mergulhados em esse fogo, os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes [incêndios], sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor (deveu ser ao deparar-me com esta vista que dei esse ai! que dizem ter-me ouvido). Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa. Assustados e como que a pedir socorro, levantámos a vista para Nossa Senhora, que nos disse com bondade e tristeza:
– Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre.
Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz. Em Portugal conservar-se-á sempre o dogma da Fé.
{Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fogo em a mão esquerda; ao cintilar, despedia chamas que parecia iam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: "Penitência, Penitência, Penitência!" E vimos numa luz imensa que é Deus algo semelhante a como se vêem as pessoas num espelho quando lhe passam por diante um Bispo vestido de Branco; tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre. Vários outros Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fora de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio trémulo, com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e várias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de várias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, neles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus.}
– Isto não o digais a ninguém. Ao Francisco, sim, podeis dizê-lo.
Quando rezais o Terço, dizei depois de cada mistério: "Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as alminhas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem".
Seguiu-se um instante de silêncio e perguntei:
– Vossemecê não me quer mais nada?
– Não. Hoje não te quero mais nada.»
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«– Vossemecê que me quer? – perguntei.
– Quero que venhais aqui no dia 13 do mês que vem, que rezeis o Terço e que aprendam a ler. Depois direi o que quero.
Pedi a cura dum doente.
– Se se converter, curar-se-á durante o ano.
– Queria pedir-lhe para nos levar para o Céu.
– Sim; a Jacinta e o Francisco levo-os em breve. Mas tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-Se de ti para me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. [A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono].
– Fico cá sozinha? – perguntei, com pena.
– Não, filha. E tu sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus.
Foi no momento em que disse estas últimas palavras que abriu as mãos e nos comunicou, pela segunda vez, o reflexo dessa luz imensa. Nela nos víamos como que submergidos em Deus. A Jacinta e o Francisco pareciam estar na parte dessa luz que se elevava para o Céu e eu na que se espargia sobre a terra. À frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um coração cercado de espinhos que parecia estarem-lhe cravados. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, que queria reparação.»
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«– Que é que Vossemecê me quer?
– Quero que continueis a ir à Cova da Iria no dia 13, que continueis a rezar o Terço todos os dias. No último mês, farei o milagre para que todos acreditem. [Se não tivessem abalado contigo para a Aldeia seria o Milagre mais conhecido; havia de vir São José com o Menino Jesus para dar a paz ao mundo e havia de vir Nosso Senhor benzer o povo, vinha Nossa Senhora do Rosário com um Anjo de cada lado e Nossa Senhora com um arco de flores à roda.]
– Que é que Vossemecê quer que se faça ao dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?
– Façam dois andores: um leva-lo tu com a Jacinta e outras duas meninas, vestidas de branco; o outro leva-o o Francisco com três meninos. O dinheiro dos andores é para a festa de Nossa Senhora do Rosário e o que sobrar é para a ajuda duma capela que hão-de mandar fazer.
– Queria pedir-lhe a cura dalguns doentes.
– Sim, alguns curarei durante o ano.
E tomando um aspecto mais triste:
– Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios por os pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas.»
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«– Continuem a rezar o Terço a Nossa Senhora do Rosário, todos os dias, [que abrande ela a guerra] para alcançarem o fim da guerra, [que a guerra está para acabar]. Em Outubro virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, S. José com o Menino Jesus para abençoarem o Mundo. Deus está contente com os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda; trazei-a só durante o dia.
– Têm-me pedido para Lhe pedir muitas coisas: a cura de alguns doentes, dum surdo-mudo.
– Alguns curarei, outros não, [porque Nosso Senhor não quer crer neles]. Em Outubro farei o milagre para que todos acreditem.
[– O povo muito gostava aqui duma capelinha.
– [De] metade do dinheiro que juntaram até hoje façam dois andores e dêem-nos à Senhora do Rosário; a outra metade seja para ajuda da capelinha.
Ofereci-lhe duas cartas e um vidro com água-de-cheiro.
– Deram-me isto, se Vossemecê os quer.
– Isso não é conveniente lá para o Céu.]»
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«– Que é que Vossemecê me quer?
– Quero dizer-te que façam aqui uma capela em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar [ainda hoje] e os militares voltarão em breve para as suas casas.
– Eu tinha muitas coisas para Lhe pedir: se curava uns doentes e se convertia uns pecadores, etc.
– Uns sim, outros não. É preciso que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados.
E tomando um aspecto mais triste:
– Não ofendam mais a Nosso Senhor que já está muito ofendido! {Se o povo se emendar, acaba a guerra e, se não se emendar, acaba o mundo.}
[– Ainda me quer mais alguma coisa?
– Já não quero mais nada.]
E, abrindo as mãos, fê-las reflectir no Sol. E enquanto que se elevava, continuava o reflexo da sua própria luz a projectar no Sol.
[...]
Desaparecida Nossa Senhora na imensa distância do firmamento, vimos, ao lado do sol, S. José com o Menino e Nossa Senhora vestida de branco, com um manto azul. São José com o Menino pareciam abençoar o Mundo, com os gestos que faziam com a mão em forma de cruz. Pouco depois, desvanecida esta aparição, vi Nosso Senhor e Nossa Senhora que me dava a ideia de ser Nossa Senhora das Dores. Nosso Senhor parecia abençoar o mundo da mesma forma que São José. Desvaneceu-se esta aparição e pareceu-me ver ainda Nossa Senhora em forma semelhante a Nossa Senhora do Carmo.»
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D. José encontrou-se pela primeira vez com Lúcia por volta de 1920-1921 e interrogou-a acerca dos acontecimentos. Propôs-lhe deixar Fátima para ir para o Porto, porque lá ainda não era conhecida.
Do diário da Irmã Lúcia:
«De novo, em Fátima, guardei inviolável o meu segredo. Mas a alegria que senti ao des-pedir-me do Senhor Bispo, durou pouco tempo. Lembrava-me dos meus familiares, da casa paterna, da Cova da Iria, Cabeço, Valinhos, do poço… e agora deixar tudo, assim, de uma vez para sempre? Para ir não sei bem para onde…? Disse ao Sr. Bispo que sim, mas agora vou dizer-lhe que me arrependi e que para aí não quero ir.»
Estava nesta luta, quando foi à Cova da Iria:
«Assim solícita, mais uma vez desceste à terra, e foi então que senti a Tua mão amiga e maternal tocar-me no ombro; levantei o olhar e vi-Te, eras Tu, a Mãe bendita a dar-me a mão e a indicar-me o caminho; os Teus lábios descerraram-se e o doce timbre da tua voz restituiu a luz e a paz à minha alma: "Aqui estou pela sétima vez, vai, segue o caminho por onde o Senhor Bispo te quiser levar, essa é a vontade de Deus."
Repeti então o meu "sim", agora bem mais consciente do que, o do dia 13 de Maio de 1917 e enquanto que de novo Te elevavas ao Céu, como num relance, passou-me pelo espírito toda a série de maravilhas que naquele mesmo lugar, havia apenas quatro anos, ali me tinha sido dado contemplar.»
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«Apareceu-lhe a SS. Virgem e, ao lado, suspenso em uma nuvem, um Menino. A SS. Virgem, pondo-lhe no ombro a mão e mostrando, ao mesmo tempo, um coração que tinha na outra mão, cercado de espinhos.
Ao mesmo tempo, disse o Menino:
– Tem pena do Coração da tua SS. Mãe que está coberto de espinhos, que os homens ingratos a todos os momentos Lhe cravam sem haver quem faça um acto de reparação para os tirar.
Em seguida disse a SS. Virgem:
– Olha, minha filha, o Meu Coração cercado de espinhos, que os homens ingratos a todos os momentos Me cravam, com blasfémias e ingratidões. Tu, ao menos, vê de Me consolar e diz que todos aqueles que durante cinco meses, ao primeiro sábado, se confessarem, receberem a Sagrada Comunhão, rezarem o Terço e me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 Mistérios do Rosário com fim de Me desagravar, Eu prometo assistir-lhes, na hora da morte, com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas.»
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«No dia 15-2-1926, voltando eu lá [a deitar um apanhador de lixo fora do quintal], como é costume, encontrei ali uma criança que me parecia ser a mesma [que já encontrara uma vez antes] e perguntei-lhe então:
– Tens pedido o Menino Jesus à Mãe do Céu?
A Criança volta-se para mim e diz:
– E tu tens espalhado, pelo mundo, aquilo que a Mãe do Céu te pediu?
E, nisto, transforma-se num Menino resplandecente. Conhecendo, então, que era Jesus, disse:
– Meu Jesus! Vós bem sabeis o que o meu confessor me disse na carta que Vos li. Dizia que era preciso que aquela visão se repetisse, que houvesse factos para que fosse acreditada, e a Madre Superiora, só, a espalhar este facto, nada podia.
– É verdade que a Madre Superiora só, nada pode; mas, com a Minha graça, pode tudo. E basta que o teu Confessor te dê licença, e a tua Superiora o diga, para que seja acreditado, até sem se saber a quem foi revelado.
– Mas o meu Confessor dizia na carta que esta devoção não fazia falta no mundo, porque já havia muitas almas que Vos recebiam, aos primeiros sábados, em honra de Nossa Senhora e dos 15 Mistérios do Rosário.
– É verdade, minha filha, que muitas almas os começam, mas poucas os acabam; e as que os terminam, é com o fim de receberem as graças que aí estão prometidas; e Me agradam mais as que fizerem os cinco com fervor e com o fim de desagravar o Coração da tua Mãe do Céu, que os que fizerem os 15, tíbios e indiferentes…
– Meu Jesus! Muitas almas têm dificuldade em se confessar ao sábado. Se Vós permitísseis que a confissão de oito dias fosse válida?
– Sim. Pode ser de muito mais dias ainda, contanto que estejam em graça no primeiro sábado, quando Me receberem; e que nessa confissão anterior tenham feito a intenção de com ela desagravar o Sagrado Coração de Maria.
– Meu Jesus! E as que se esquecerem de formar essa intenção?
– Podem-na formar logo na outra confissão seguinte, aproveitando a primeira ocasião que tiverem de se confessar.»
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«A única luz era a da lâmpada. De repente, iluminou-se toda a capela com uma luz sobrenatural e sobre o altar apareceu uma Cruz de luz que chegava até ao tecto.
Em uma luz mais clara via-se, na parte superior da Cruz, uma face de homem com o corpo até à cinta, sobre o peito uma pomba também de luz e, pregado na Cruz, o corpo de outro homem. Um pouco abaixo da cinta, suspenso no ar, via-se um cálice e uma hóstia grande, sobre a qual caíam algumas gotas de sangue que corriam pelas faces do Crucificado e de uma ferida do peito.
Escorregando pela Hóstia, essas gotas caíam dentro do Cálice.
Sob o braço direito da Cruz estava Nossa Senhora ("era Nossa Senhora de Fátima com seu Imaculado Coração ... na mão esquerda, … sem espada nem rosas, mas com uma coroa de espinhos e chamas") com seu Imaculado Coração na mão...
Sob o braço esquerdo, umas letras grandes, como se fossem de água cristalina que corressem para cima do altar, formavam estas palavras: "Graça e Misericórdia".
Compreendi que me era mostrado o mistério da Santíssima Trindade, e recebi luzes sobre este mistério que me não é permitido revelar.
Depois Nossa Senhora disse-me:
– É chegado o momento em que Deus pede para o Santo Padre fazer, em união com todos os Bispos do mundo, a consagração da Rússia ao Meu Imaculado Coração, prometendo salvá-la por este meio. São tantas as almas que a Justiça de Deus condena por pecados contra Mim cometidos, que venho pedir reparação: sacrifica-te por esta intenção e ora.
Dei conta disto ao meu confessor, que me mandou escrever o que Nosso Senhor queria se fizesse.
Mais tarde, por meio duma comunicação íntima, Nossa Senhora disse-me, queixando-Se:
– Não quiseram atender ao Meu pedido!... Como o rei de França, arrepender-se-ão e fá-la-ão, mas será tarde. A Rússia terá já espalhado os seus erros pelo Mundo, provocando guerras, perseguições à Igreja: o Santo Padre terá muito que sofrer.»
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«Que outra coisa te parece que Deus predisse, quando disse à serpente: Porei inimizades entre ti e a mulher? E se ainda duvidas de que falava de Maria, ouve o que se segue: Ela esmagarar-te-á a cabeça. Para quem foi guardada esta vitória senão para Maria? Ela sem dúvida esmagou a sua cabeça venenosa, vencendo e reduzindo a nada todas as sugestões do inimigo, tanto nos deleites do corpo como na soberba do coração».
«Que outra coisa buscava Salomão quando dizia: Quem encontrará uma mulher forte? Conhecia este homem sábio a fragilidade deste sexo, o seu corpo frágil e o seu coração inconstante. Contudo, porque tinha lido que Deus a tinha prometido, e sabia que convinha que quem tinha sido vencido por uma mulher fosse vencido por outra, com veemente admiração dizia: Quem encontrará uma mulher forte? Isto é: já que está determinado pelo conselho divino que pelas mãos de uma mulher venha a salvação de todos nós, a restituição da inocência e a vitória sobre o inimigo, é necessário que seja preparada uma mulher forte em todas as dimensões, para ser capaz de tão grande obra».
«Alegre-se sobretudo Eva, pois dela nasceu primeiro o mal, e a sua ignomínia passou a todas as mulheres. Porque está próximo o tempo em que o opróbrio será retirado, e o homem já não terá de que se queixar contra a mulher; aquele que, pretendendo desculpar-se imprudentemente, não hesitou em acusá-la cruelmente dizendo: A mulher que me deste deu-me do fruto da árvore, e eu comi. Corre, pois, Eva, a Maria, corre para a tua Filha; Ela responderá por ti, retirará o teu opróbrio, dará satisfação a seu Pai pela sua Mãe; porque Deus dispôs que, assim como o homem caiu por meio de uma mulher, não fosse também levantado a não ser por meio de uma mulher. Segundo as palavras do Apocalipse: apareceu um grande sinal no céu: uma Mulher vestida de sol, com a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.»
«Muito dano, caríssimos, nos causaram um varão e uma mulher; mas, graças a Deus, igualmente por um varão e uma mulher tudo é restaurado. E não sem grande aumento de graças. Porque o dom não foi como o delito, mas a grandeza do benefício excede a dimensão do dano. Assim, o prudentíssimo e misericordiosíssimo Artífice não quebrou o que estava partido, mas refez tudo da forma mais útil, formando um novo Adão a partir do antigo e transformando Eva em Maria.
Assim, já não parecerá excessivo que a mulher seja bendita entre todas as mulheres, pois vê-se claramente o papel que desempenha na obra da nossa reconciliação; porque precisamos de um mediador junto deste Mediador, e ninguém pode desempenhar tão proveitosamente este ofício como Maria. Mediadora demasiado cruel foi Eva, pela qual a serpente antiga infundiu no próprio homem o veneno pestífero! Mas Maria é fiel: ela deu aos homens e às mulheres o antídoto da salvação».
«Ela fez-se tudo para todos; para sábios e ignorantes, com caridade superabundante, tornou-se devedora. A todos abre o seio da misericórdia, para que todos recebam da sua plenitude (...). Sem dúvida, Ela é aquela Mulher prometida outrora por Deus para esmagar a cabeça da serpente antiga com o pé da virtude; serpente essa que colocou armadilhas ao calcanhar em muitos estratagemas da sua astúcia, mas em vão, pois somente Ela destruiu toda a perversidade herética».
«Apareceu uma Mulher, diz São João, vestida de sol, com a lua debaixo dos seus pés. Abracemos os pés de Maria, meus irmãos, e prostremo-nos com devotíssimas súplicas junto daqueles pés bem-aventurados. Retenhamo-la e não a deixemos partir até que nos abençoe, porque Ela é poderosa. Certamente, o velo colocado entre o orvalho e a eira, e a Mulher entre o sol e a lua, mostram-nos Maria, colocada entre Cristo e a Igreja.»
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«Moralmente sofria um verdadeiro martírio, mas procurei sempre que externamente ele não transparecesse, principalmente nas minhas cartas, dizia que era feliz, e a minha única felicidade consistia em sofrer por Amor de Nosso Senhor, e pela minha querida Mãe do Céu, pela conversão dos pecadores, pela Santa Igreja, pelo Santo Padre e [pelos] Sacerdotes. Mas, ó meu Bem Amado, para que me dás Iu a aspiração por uma vida mais recolhida, mais a sós contigo? Será só para pedir-me esse sacrifício, essa renúncia? Tinha eu que passar por isto como Iu pela agonia do Getsemani? Como Tu, direi também: Pai, se é possível, afasta de mim este cálice; mas não se faça a minha vontade, mas o que Tu queres! Ó Jesus é por Vosso Amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria! Sim, porque desde que Te vi, nunca mais deixei de olhar para a Luz da Tua face contemplando num espelho imenso a fita da Humanidade que passa na Sua frente. Nada lhe escapa a essa Luz incriada que tudo penetra e absorve em Si, onde tudo reflete como sombras que passam focadas no Ser Infinito do Eterno.
Amo-Te meu Jesus. Ave-Maria! Que felizes, considero eu, as almas que, recebendo do Senhor graças insignes, conseguem passar a vida guardando-as em silêncio no segredo do seu coração! Mas cada alma tem de seguir o caminho que Deus lhe traçou: Não fostes Vós que me escolhestes, fui eu que Vos escolhi a Vos. E diz nos S. Paulo: a uns escolheu para Apóstolos, a outros para Profetas, Doutores etc, cada um tem de seguir o caminho que Deus lhe traçou»».
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«Ofereci-me, desejando ser aceite, para, enquanto que o Senhor me não abre as portas do Claustro, ir a terras africanas, ao lado dos Missionários, levar às almas o Amor que abrasa, a Esperança que fortifica, a Fé que guia e eleva da terra ao Céu! - Ir com a Divina Pastora, conduzir as ovelhas às pastagens verdejantes, onde correm as águas cristalinas da eterna fonte. Mas não me explico, como sinto em mim aspirações tão opostas!
Contente voaria pelos sertões da África, em conquista das almas dos meus queridos Irmãos distantes, e chego até a invejar os que têm essa sorte. Feliz me imolara nos hospitais junto dos membros doloridos de Cristo, para, com os meus serviços, lhes prestar toda a classe de alívios. Mais feliz ainda me enterraria nas leprosarias, colhendo os gemidos da Humanidade em decadência, oferecendo-os a Deus como vítimas expiatórias pelos pecados do mundo. Gostaria de adquirir todas as ciências para transmiti-las às almas como reflexo da eterna Sabedoria, fonte donde mana toda a luz da inteligência e ciência adquirida, e poder assim elevá-las do rasto da terra, à luz do sobrenatural!
Mas pobrezinha de mim que nada sou e nada tenho! Levanto-me do próprio nada e, na união da minha alma com Cristo, encontro tudo, porque é das profundezas da abjeção que Deus me eleva às alturas do sobrenatural, é pela humildade que se desce ao fundo do Oceano, é aí que se encontra a Luz, a força, a alegria e onde Deus concede a graça de atingir o cume do Amor! Daí, o meu ardente desejo de imolar-me a sós com Ele no silêncio dum claustro, onde possa dar-Lhe tudo numa união mais perfeita, num encontro mais íntimo pela Igreja minha Mãe e pelas almas dos meus queridos Irmãos.
Assim serei pela minha união com Cristo, - o Amor que abrasa, a Esperança que fortifica, a Fé que ilumina o caminho para a vida eterna! E conseguir assim, que todos unidos na mesma Fé, na mesma Esperança e no mesmo Amor, acreditemos na existência de Deus eterno, único e Trino em Pessoas; em Jesus Cristo Seu Filho; na vida eterna; na obra da Redenção e para complemento dela, na Sua Igreja, - Una, Santa, Católica e Apostólica!».
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«Antes de começar, quis abrir o Novo Testamento, único livro que quero ter aqui diante de mim, a um retirado canto do sótão, à luz duma pobre telha de vidro, para onde me retiro, para escapar, quanto me seja possível, às vistas humanas. De mesa, serve-me o regaço; de cadeira, uma velha mala.
Por que – me dirá alguém – não escreve na sua cela? O bom Deus achou por bem privar-me até de cela, apesar de aqui em casa (1) haver bastantes e desocupadas. Na verdade, para a realização de Seus desígnios, é mais a propósito a sala do re- creio e trabalho, tanto mais incómoda para escrever alguma coisa durante o dia, tanto demasiado boa para descansar durante a noi- te. Mas estou contente e agradeço a Deus a graça de ter nascido pobre e de, por Seu amor, viver mais pobre ainda.
Ai, meu Deus! Não era nada disto o que eu queria dizer! Volto ao que Deus me deparou, ao abrir o Novo Testamento: uma carta de S. Paulo aos Fil. 2, 5-8. Li assim:
«Tende em vós os mesmos sentimentos que houve em Jesus Cristo, O qual, existindo na forma de Deus..., Se aniquilou a Si mesmo, tomando a forma de servo... Humilhou-se a Si mesmo, feito obediente até à morte».
Depois de reflectir um pouco, li ainda no mesmo cap. 5, 12 e 13: «Trabalhai na vossa salvação com temor e tremor. Porque Deus é O que opera em vós o querer e o executar, segundo o Seu beneplácito».
Está bem. Não preciso de mais: obediência e abandono em Deus que é Quem opera em mim. Na verdade, não sou mais que o pobre e miserável instrumento de que Ele se quer servir e que dentro em pouco, como o pintor que arremessa ao lume o pincel inutilizado, para que se reduza a cinzas, assim o Divino Pintor fará reduzir às cinzas do túmulo o Seu inutilizado instrumento, até ao grande dia das aleluias eternas. E eu desejo ardentemente este dia, porque o túmulo não aniquila tudo, e a felicidade do amor eter- no e infinito começa já».
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«Ó Cruz, em bênçãos tão florida,
Damor encanto, estalma te bendiz;
Sentei-me à tua sombra,
achei a paz, a vida.
Caí nos braços teus e sou feliz!
Chama por mim a alma do pobre pecador,
Junto ao negro abismo onde vai descer.
Sou vítima oferecida, nos braços do Senhor:
Minha vida em sangue por ela até morrer!».
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«Querida X,
Recebi a sua carta e venho responder. Quanto ao seu pedido, ele implica muito com a lei de Deus que todos temos obrigação de observar. A sua infidelidade não consiste na gravidez, mas sim, na vida de pecado que antes levou e da qual a sua gravidez é fruto, e este fruto, embora seja fruto do pecado, não pode agora aniquilá-lo nem destruí-lo, porque seria cometer um novo pecado, matando o seu próprio filho; pelo contrário, tem obrigação de aceitá-lo e criá-lo como um novo ser que tem direito à vida, e fazer, da sua parte, todo o possível para que venha com boa saúde e perfeito, isto é um dever a que não pode faltar, porque seria ir contra o mandamento da Lei de Deus que nos diz: "Não matarás" (Ex. XX-13). E deve aceitá-lo com amor, com generosidade e espírito de sacrifício em reparação do seu pecado, e que esta triste experiência lhe sirva para não voltar mais a pecar. .... procure iniciar uma nova vida de jovem séria e honrada...
Nada há que pague a vida honrada de uma jovem, que a torna digna da graça de Deus na sua alma, a pureza do seu corpo e do seu coração. Este é o melhor caminho que agora deve abraçar com generosidade, com fidelidade e espírito de sacrifício, em reparação do seu passado e para que Deus a faça mais feliz no seu futuro, levando uma vida melhor com a qual mereça de Deus a graça de ser mais feliz; porque a infelicidade vem do pecado. Nunca ninguém foi feliz numa vida de pecado.
Fico rezando por si, esperando que compreenda o que aqui lhe digo e que siga pelo caminho que aqui lhe indico, para levar uma vida melhor na terra e mais feliz no Céu. Em união de orações.
Coimbra, 11-V-1983. Irmã Lúcia».
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Escondida atrás da simplicidade de um colégio em Pontevedra (Espanha), vivia, com humildade e obediência heroicas, a única sobrevivente das crianças videntes de Nossa Senhora de Fátima: Irmã Lúcia. Primeiro, como Religiosa das Irmãs Doroteias e, mais tarde, Carmelita Descalça em Coimbra, entregou-se até ao fim da sua vida, à missão que o Céu lhe confiou: a devoção ao Imaculado Coração de Maria, tesouro de esperança e misericórdia para a humanidade. Fê-lo através da oração e da penitência como meio para alcançar o dom da paz e o Triunfo do Imaculado Coração de Maria. Conhece os segredos de «O Coração da Irmã Lúcia», na curta-metragem que a HM Televisão irá estrear brevemente, como celebração do início do centenário das aparições à Irmã Lúcia em Pontevedra, este mês de dezembro de 2025.
Para mais informações, visite:
https://eukmamie.org/pt/web-tv/o-coracao-da-irma-lucia
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Quando acreditamos que o mundo não pode ficar mais na escuridão, a luz e a beleza chegam das mãos de Maria. HM Televisão quer aproxima-te da realidade das palavras “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará” ditas por Nossa Senhora em Fátima e que através dos escritos de São Luís Maria Grignion de Montfort se faz o compendio no chamado “Reino de Maria”. O documentário “O Reino de Maria. O meu Imaculado Coração Triunfará”, fá-lo-á entrar nas realidades que antecedem e que se cumprem nesta “era de Maria”: A vivencia de um “Novo Pentecostes”, uma renovada devoção a Jesús Eucaristia e Maria, uma luminosa renovação sacerdotal, conhecerá quem são os chamados “Apóstolos dos últimos tempos”, experimentará as grandes Misericórdias guardadas para as almas, e a beleza de um tempo em que, como profetizou este grande santo, “as almas respirarão a Maria”. E tudo, ligado com diversas intervenções assentadas num profundo e luminoso depósito e magistério da Igreja. Encha-se de esperança com “O Reino de Maria. O meu Imaculado Coração triunfará”, um documentário cheio dElla.
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